sábado, 21 de novembro de 2009

Musa do Primeira Coluna


Karinna Dias - Ipueiras-Ce

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Charge da semana


Aroeira - O Dia (RJ)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A Feira de São Cristovão - Por Dalinha Catunda / Rio de Janeiro


Na foto: A secretária de cultura do município Jandira Feghali, o gestor da Feirara de São Cristovão Marcus Lucenna e a cordelista Dalinha Catunda


O Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, a denominada feira de São Cristovão ou Feira dos Paraiba, como é popularmente conhecida, hoje tem como gestor Marcus Lucenna.

Marcus Lucena este cantador e cordelista nordestino, oriundo de Mossoró-RN, não só vestiu a camisa dessa nação nordestina, como botou o chapéu, arregaçou as mangas e muito tem suado para que a feira, acima de tudo, seja um reduto deste povo sofrido, que chega ao Rio de Janeiro para trabalhar e tem a feira como seu lazer preferido.

É lá que o saudoso nordestino, mata as saudades de sua terra. Ouvindo um forró pé-de-serra, comendo queijo assado na brasa, comendo baião-de-dois, comprando rapadura, olhando a rede dependurada, tomando uma cachacinha e tirando o gosto com iscas de carne seca.

No centro da feira, cantadores fazem seus repentes versejando sobre o ambiente e pessoas que transitam por lá. Um conjunto de forró está lá, sempre avivando as saudades dos que carregam sua terra no coração. Em frente ao palco, independente da idade, os freqüentadores dançam em pleno dia mesmo com o sol a pino.

Um carrinho de madeira, transformado em estante, abriga os cordéis de toda parte do país. Os mais vendidos são os que falam de Lampião, o Rei do Cangaço, e os que citam o cantor Luiz Gonzaga, o nosso Rei do Baião.

Sem pretensão de entrevistar, apenas num papo informal, estive sexta-feira, 13/11/ 09com Marcus Lucenna que gentilmente respondeu minhas indagações sobre os passos da feira.

Disse-me que:
A feira além de abrigar os nordestinos recebe grande numero de turistas brasileiros e estrangeiros. Que hoje a feira prima pela higiene.

Numa gestão democrática ele tanto tem trazido o forró pé-de-serra, como o forró eletrônico. Pois há os que se encantam com o sanfoneiro Dominguinhos e os que adoram a banda Calcinha Preta.

Como cordelista e membro da ABLC Academia Brasileira de Literatura de Cordel prestigiando sua classe, andou organizando uma interessante exposição de cordel.

E entre tantos assuntos, confidenciou-me que está preparando uma grande homenagem para Luiz Gonzaga de dez (10) a treze (13) de dezembro, talvez a maior delas. E já estou convidada. Dia 13 de dezembro é dia de Santa Luzia, dia que nasceu o Gonzagão.

Para gerenciar uma feira, como a Feira de São Cristovão o cabra tem de ser macho mesmo e desassombrado, e assim é Marcus Lucenna, que tem sido uma voz nordestina a serviço do seu povo, além de gerenciar a feira ainda comanda o programa “Nação Nordeste” de segunda à sexta das 20h às 21h na Rádio Metropolitana 1.090 AM. Um programa que traz o sotaque e a cultura nordestina.

Eu vejo em Marcus Lucenna esse orgulho de ser nordestino, que eu também carrego comigo e gostaria que todos os nordestinos tivessem.

Mais uma vez encantei-me com a feira de São Cristovam, fico feliz em ver meu companheiro da ABLC gerenciando nosso reduto e quero agradecê-lo pela simpatia e disponibilidade com que ele me recebeu e aplaudi-lo por ser essa voz incansável clamando pelo Nordeste.

Dalinha Catunda é escritora e natural de Ipueiras, Ceará

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Estudo para o tratamento do câncer de mama - Por Cibele Pereira / São Paulo


No mês em que acontece o Dia Nacional da Luta Contra o Câncer (27 de novembro), a Bayer Schering Pharma anuncia os resultados de um estudo de fase II com a terapia-alvo Nexavar® (tosilato de sorafenibe) para o tratamento do câncer de mama metástico. Os resultados revelaram um aumento de 74% de sobrevida e maior tempo livre de progressão da doença nas pacientes que receberam a terapia-alvo. O estudo também demonstrou a eficácia e a tolerabilidade do medicamento.

Denominado BASELGA o estudo avaliou o uso de Nexavar® em combinação com quimioterapia oral em 229 pacientes, sendo 115 brasileiras. “Os resultados deste estudo representam mais um avanço para o tratamento do câncer de mama, doença que representa a segunda causa de morte por câncer em mulheres no mundo”, afirma Dr. Frederico Costa, médico oncologista do Hospital Sírio Libanês. O especialista explica ainda que por ser uma combinação de medicamentos de uso oral e com poucos efeitos colaterais o sorafenibe associado à capecitabina permite uma boa qualidade de vida e um maior controle da doença, associado a adesão ao tratamento.

Sobre Nexavar®

Nexavar® (tosilato sorafenibe) é considerado uma terapia-alvo, pois age diretamente nas células doentes preservando as sadias, o que proporciona ao paciente menos efeitos adversos e mais qualidade de vida. Além disso, o medicamento reduz a multiplicação das células tumorais (ação antiproliferativa) e inibe a formação de vasos sangüíneos que alimentam os tumores, processo chamado angiogênese. Atualmente, o medicamento é aprovado em mais de 70 países para o tratamento do câncer de rim avançado e em mais de 60 países para o tratamento do câncer hepático, inclusive no Brasil.

Cibele Pereira

Frase do dia

"Se a oposição reclama do filme sobre Lula por que não faz um sobre Fernando Henrique Cardoso?"

Ricardo Berzoini, presidente do PT, na estreia em Brasília do filme "Lula, o filho do Brasil"

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Em defesa de dona Canô - Por Ricardo Noblat / Brasilia


Alguns leitores do blog do Noblat criticaram dona Canô, mãe de Caetano Veloso, por ter mandado avisar a Lula que não endossa as críticas que o filho lhe fez.

Foram injustos.

Dona Canô não é uma oportunista - pelo contrário. Ela é antiga eleitora de Lula. Nada mais razoável que manifeste sua opinião contrária a do filho.

A foto acima, de Luciano Andrade, é de 1994. Dona Canô está com um chapéu do PT e amarra no pulso de Lula uma fitinha do Senhor do Bonfim.

Naquele ano, Lula disputava a presidência da República pela segunda vez. Perdera a primeira para Collor. Perderia a segunda e a terceira no primeiro turno para Fernando Henrique Cardoso.

Derrotou Serra no segundo turno da eleição de 2002. E Alckmin no segundo turno de 2006.

Lula tudo fará para que não haja segundo turno em 2010. Dará um jeito de afastar Ciro Gomes (PSB-CE) do páreo. E de esvaziar a candidatura de Marina Silva (PV).

Acha que Dilma terá mais chances de se eleger se não disputar o segundo turno.

Ricardo Noblat é jornalista

Moeda de troca na saúde - Por Lúcio Cavalcante de Albuquerque / Rondônia

Nessa questão do João Paulo só atender alta complexidade, deixando para os postos municipais o atendimento menor pode até ser uma coisa coerente, mas, na prática, está cada vez mais gerando dificuldades e pode até descambar em agressões a quem não tem nada com a história: os profissionais que atendem nos postos municipais e que vão acabar levando a culpa de uma situação gerada pelo desprezo com que o setor vem sendo tratado pelo poder público.

A questão do João Paulo é mais uma demonstração da politicagem na gerência do interesse público e, claramente, o uso de um setor vital, o da saúde, como moeda de troca na disputa política local, sem que se leve em consideração o cidadão e direitos consagrados inclusive na Constituição Federal.

Não estou aqui para dizer quem está certo ou errado, mas apenas para citar um exemplo, o do controle do ponto nos hospitais do Estado, onde quem toma conta disso destrata servidores alegando agir em nome do governador, transformando um ato normal, o de verificar a presença em serviço dos servidores, num exercício de autoritarismo e de má educação - o que também acontece na Assembléia Legislativa.

Voltando áo nosso foco central, relativo ao João Paulo, seria necessário, antes de tomar uma decisão como a agora anunciada, que Governo e Prefeitura cumprissem efetivamente suas responsabilidades. Nesse caso do atendimento no órgão estadual, há dois fatores a considerar: primeiro, a falta de cultura em Porto Velho de levar o doente inicialmente aos postos e policlínicas municipais e, segundo, porque os postos municipais não contam com estrutura necessária para cumprir suas finalidades.

Equipamentos quebrados dificultam até um exame de raio-x ou um examelaboratorial, isso para citar apenas doisa casos, o que pode ser ampliado pela falta segurança física de prédios e servidores. "Como posso atender bem um paciente se alguém fora do gabinete está gritando e dando chute na porta ameaçando me agredir?", queixa-se um profissional de saúde, reclamando que a sobrecarga do plantão é outra ameaça: "Há dias que atendemos num período mais de 50 pessoas, e isso é desumano para nós, que fazemos o atendimento e, principalmente, ao paciente que não pode ser bem examinado justamente porque faltam tempo e meios para tal"?".

Apenas para citar um exemplo, a situação do posto municipal do Ulysses guimarães, onde falta banheiro para uso de quem trabalha ali, e o único, o do pessoal da limpeza, está em situação tão precária que desestimula qualquer pretendente a usuário, e a solução é buscar socorro nas casas vizinhas, contando com a boa vontade dos moradores.

Nessa questão do uso da saúde pública como moeda de troca política entra até a Vigilância Sanitária. Se esses órgãos, o municipal e o estadual, agissem conforme as finalidades para as quais foram criados - e para o que o contribuinte paga salários e meios de trabalho - certamente haveria interdição de locais de atendimento de saúde que não condizem com as normas da vigilância. "Mas, como fazer queixa nesses órgãos? Será que eles farão alguma coisa sabendo-se serem ligados ao poder público?", quer saber um profissional de saúde.

Agora, uma coisa se tem de tirar o chapéu e destacar: fazer propaganda, gastar dinheiro vendendo imagem de ter feito algo no setor, isso os administradores públicos fazem com muita voracidade. Já agir de forma coerente no setor, investindo na melhora da qualidade do atendimento, bom, isso, pelo visto, é periférico.

Inté outro dia, se Deus quiser!

José Lúcio Cavalcante de Albuquerque. Ex-editor dos jornais Tribuna, Alto Madeira, e com passagens em outras publicações como o Estadão do Norte, Lúcio Albuquerque, egresso da imprensa amazonense, tem projeção nacional, desde a década de 80, quando foi correspondente do Estadão de São Paulo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Musa do Primeira Coluna


Nathalie Gonçalves - Nova Russas-Ce

A Bica do Ipu e Eu - Por Dalinha Catunda / Rio de Janeiro


Saí da minha Ipueiras,
Rumo a serra da Ibiapaba,
Avistei a bica do Ipu
E fui ficando inebriada.
Parecia mesmo uma noiva
De esvoaçante grinalda.

Imaginei a índia Iracema
Correndo para se banhar,
Brincando pelos caminhos
Com as frutinhas de juá,
Pegando flores silvestres
Para os cabelos enfeitar.

Pois era assim que eu fazia,
Em meus tempos de menina,
Andando pelas veredas
Desta terra alencarina,
Para banhar-me na bica
De águas tão cristalinas.

Dalinha Catunda é escritora e natural de Ipueiras, Ceará

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Frase do dia

"Eu não tenho ouvintes. Tenho uma legião de amigos espalhados pelo mundo"


Toninho Lima, radialista

.

sábado, 14 de novembro de 2009

Circo um olhar poético


CAPA DO LIVRO


“Circo um olhar poético” é o primeiro livro da poetisa Waleska Frota, a sua sensibilidade ligada ao gosto da grande arte circense nos presenteia com diversos poemas, todos, ligados a beleza e alegria da mágica do picadeiro.

Enviado por Bérgson Frota

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Cidade & Educação - Por Marcondes Rosa de Sousa / Fortaleza



Como educador, amargo "mea culpa" por histórico atropelo em nossa educação: o do "todos pela educação (...) para todos", a nos levar ao morrer na praia, entre os "42 piores países do mundo". Daí, aderir a proposta do Colégio Seráfico de Messejana - a do "espaço sócio-educativo" a envolver: a) a Carta das Cidades Educadoras (Barcelona, 2004), de muitas nações; b) a responsabilidade social, para além do capitalismo e o socialismo real, o público e o privado em abraço.

Isso, em escola de crianças, adolescentes e jovens da classe C. E em Messejana ("lagoa abandonada", em tupi), onde 45 mil habitantes se dispersam, em meio ao centro de poder (Cambeba), lagoas, parques, Casa de José de Alencar, hospital de referência nacional ali plantado, shoppings, forte comércio, igrejas, centro e feira artesanal,sob laços de riqueza, pobreza e babel... No Seráfico, balbucios a ensaiar mãos dadas: políticos, empresários, ecologistas, educadores, populares. A escola a engatinhar rumo à cidadania nas ruas, as ruas a emprestar vida social à escola.

A Revista dos Municípios pede-me artigo sobre laços mais fortes entre educação e responsabilidade social. Nele, falo de passos engatinhantes e simbólicos ensaiados, na Fiec, por Wânia e Demócrito Dummar, onde "indústrias sem chaminés" da educação superior tiveram, já nos anos 80, assento simbólico. Celeste Cordeiro, na Fundação Demócrito Rocha, abre-se, solidária a passos de avanço maior, convictos, todos nós, de que, sem o porto do cidadão, do profissional e da pessoa, morreremos na praia.

Daí, nosso aval ao apelo, nas pegadas de São Francisco de Assis, ora lançado pelo capuchinho Frei Francisco Paulo Pereira da Silva. O Ceará e o País, agradecidos, nos farão justiça. Aqui, o sol libertário, pelas vias da educação, sempre tem nascido mais cedo!

Texto publicado originalmente no jornal O Povo, de Fortaleza.

Marcondes Rosa de Sousa é professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

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Digitação - Por Dalinha Catunda / Rio de Janeiro


A tua palavra não dita
Aguça-me a imaginação.
Traz na magia dos dedos,
Um toque de sedução.
.
Chega-me feito sussurros,
O que não cheguei a escutar.
Não o que está escrito,
O que supõe meu pensar.
.
Na técnica da tecla distante,
Perco-me a imaginar...
Num corpo desconhecido,
Uma alma a me encantar.

Dalinha Catunda é escritora e natural de Ipueiras, Ceará

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Charge da semana


Amarildo - A Gazeta (ES)

Frase do dia

"Tem uma coisa que nós humanos temos um problema imenso: não controlamos chuva, vento e raio. Sempre quisemos, mas não conseguimos ainda. Talvez algum dia, né? "

Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

No Sertão um Canto (97 anos) - Por Gonçalo Felipe / Nova Russas


1

Meu nome é Sebastião Matos Sobrinho.

O meu tio Sebastião que foi prefeito

O major que soube impor respeito

Em todos que cruzaram o seu caminho

Comigo, demonstrou muito carinho

Nem preciso emitir uma opinião

A sua fama correu toda a regiãomas, meu nome foi em sua homenagem

Famoso, criou fama e com coragemFez seu nome marcar época no Sertão

2

Tempo aquele que já se vai na distância

Horas felizes que marcaram o meu passado

Um filme que na mente tem me acompanhado

Daquela época que marcou a minha infância

Filme este que me vem numa constância

Onde vejo minha Guaraciaba do Norte

Foi ali que com meus pais eu tive a sorte

De nascer e dar os meus primeiros passos

Enfrentei por muitas vezes invernos escassos

Demonstrando que também fui muito forte

3

Comigo a Sorte foi benevolente

Ao contrário das de muitos sertanejos

Quando olho o meu "filme" ainda os vejos

Enfrentando o Sol à pino e terra quente

Cada um deles, de Deus é um temente

E vai levando a vida com destemor

Eu, porém, estudei, fui professor

Dando aulas na cidade de Ipueiras

Lutei muito, venci, transpus barreiras

Ao lado de Mundinha, o meu amor.

4

Raimundinha, a mulher da minha vida

Que de música, foi também professora

Sendo ela minha musa inspiradora

Mundinha a minha esposa querida

Com a inspiração Divina envolvida

Veio a "música" de nosso maior valor

Nós a compomos, mas foi Jesus o autor

Daquela linda "música que fizemos

Nem a morte nos levando saberemos

Dessa "música", o tamanho do nosso amor

5

Jean Kleber, nosso filho abençoado

Nossa "música" foi lançado para o mundo

É um sucesso, é um talento profundo

Até mesmo depois de ser casado

Sendo ele por Deus recompensado

Quando veio a Daniela, minha neta

E Ana Júlia, minha querida bisneta

Tendo o início na primeira união

E depois obedecendo ao coração

O meu filho deu outro tiro de meta

6

Sendo assim, no campeonato da vida

Um segundo tempo foi iniciado:

Vanessa que tem o seu nome gravado

No meu "filme mental" que me convida:

Ver Jean com a vida reconstruída

No plano seu afetivo e sentimental.

Heloísa Helena, com amor sem outro igual

Ainda deu-me Ivan Kleber como neto

E com ele o meu coração ficou completo

Sua alegria é bem maior do que o normal

7

O meu "vídeo mental" está terminando

Mas seu replay será dado com certeza

Hoje eu moro aqui em Fortaleza

Este "vídeo" estou sempre o passando

Na estrada da vida eu vou andando

E só em chegar até aqui foi boa a sina

Só Deus sabe o lugar onde ela termina

Eu só sei que depois de andar tanto

Eu registro aqui NO SERTÃO MEU CANTO

Este poema que com a minha vida combina

8

Jean Kleber, sinta-se abençoado

Por Deus e por mim também seu pai

Heloísa Helena, por certo também vi

Para sempre ocupar o meu coração

A Vanessa com Ivan Kleber seu irmão

Daniela, Ana Júlia, todos enfim

Mesmo em vida peço que orem por mim

Pois agora lhes falo de forma clara:

Nem a morte chegando nos separa

Continuarei amando-os, mesmo assim

FIM

Gonçalo Felipe é o poeta de Nova Russas que nos brinda com poesias sobre nós, sobre Ipueiras, sobre nosso pé de serra, enfim sobre a vida de todos nós.

Musa do Primeira Coluna


Diana Carla - Ipueiras-CE

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Nova Russas comemora os seus 87 anos de emancipação política - Por Carlos Moreira / Ipueiras


Igreja Matriz de Nova Russas



O município de Nova Russas foi criado em 1922 no Governo Estadual de Justiniano de Serpa. Nesta quarta-feira, 11 de novembro, Nova Russas comemora seus 87 anos de emancipação política. Para festejar o aniversário da cidade, o Governo Municipal vem realizando uma ampla programação em benefício de todos os segmentos da sociedade.

No último final de semana, foi organizado um carnaval fora de época. O Nova Russas folia levou milhares de pessoas a saírem pelas ruas atrás do Trio Elétrico ao som das bandas Patrulha e Tropa de Choque..

O dia 11 de novembro, data oficial da emancipação política do município é comemorado em grande estilo. Haverá um desfile no Parque da Cidade a partir das 20h para a escolha da Princesa e da Miss Nova Russas. A primeira receberá como prêmio um computador e a segunda, uma moto Biz zero quilômetro. Em seguida, haverá o encerramento das atividades alusivas ao aniversário da cidade com as bandas Garota Safada e Forró Moral. O prefeito Marcos Alberto disse está muito satisfeito com a participação do público que tem comparecido em grande número a todos os eventos.

A cidade de Nova Russas é reconhecida a Capital do Crochê do Estado do Ceará.

ORIGEM DO MUNICÍPIO

Data de cinco de agosto de 1808, o primeiro registro histórico que deu origem ao município de Nova Russas, quando da passagem da escritura de venda de um sítio denominado “Curtume”, justamente com outro denominado “Olho d’água”. Reunidos mediam três léguas de comprimento por outras três de largura.

O nome Curtume, que mais tarde daria o nome ao principal rio da sede, provém da atividade de curtimento de couros e peles existentes no local. Como a maioria dos municípios do sertão, Nova Russas teve o seu surgimento como decorrência de atividades agro-pastoris, notadamente vinculados à produção do couro.

A Fazenda Curtume, quando se encontrava sob o domínio de Manuel Oliveira Peixoto, em 1876, teve parte de seu terreno doado para a construção da Capela de Nossa Senhora das Graças, feita em taipa, construída pelo vigário, padre Joaquim Ferreira de Castro, filho da Vila de São Bernardo das Russas.

Em 1894, foi construída uma nova capela, em torno da qual se formou um povoado chamado Nova Russas, em homenagem à sua terra natal, o qual daria origem ao nome do município. O povoado conheceu maior crescimento depois da inauguração da estrada de ferro de Sobral em 1910. Assim, criaram-se condições propícias à criação do município, com sede no povoado de Nova Russas, emancipado à condição de Vila em 11 de Novembro de 1922 pela lei 2043.


Por Carlos Moreira

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Imposto de Renda - Por Lúcio Cavalcante de Albuquerque / Rondônia

A não devolução a seus proprietários de direito e fato, os contribuintes, conforme a tradição, a quem de direito, da parte que o Imposto de Renda não leva, é apenas a cópia lulística do embargo feito pelo collorido e mentor, na questão das poupanças.

Interessante`que àquela altura o que se chama comumente de "homem forte" de uma administração era uma mulher e, agora, novamente uma mulher.

SEGURANÇA

Outro setor que está muito longe do mínimo é a segurança pública. Cada vez mais insegura, apesar dos seguidos anúncios de investimentos, contratação de pessoal, etc.

Enquanto o policiamento comunitário vem dando certo até nos morros cariocas, onde há uma guerrilha não oficial, aqui parece que a lição não interessa a quem manda no setor.

DATAS DE RONDÔNIA - Semana 11 a 18 de outubro

11 a 13 – 1940 – O presidente Getúlio Vargas vem a Porto Velho com ministros e assessores (Retalhos para a História de Rondônia, Esron Penha de Menezes)

11 – 1977 – O presidente Ernesto Geisel promulga a Lei 6.448 criando os municípios de Ariquemes, Ji-Paraná, Vilhena,, Pimenta Bueno e Cacoal, todos no eixo da BR-364 e desmembrados do município de Porto Velho (Vitor Hugo, Cinqüenta anos do Território Federal do Guaporé)

12 – 1910 – Inaugurado oficialmente o serviço telegráfico de Vilhena com a transferência da estação para a Casa onde funciona o Museu Rondon (Terras de Rondônia, Abnael Machado de Lima)

12 – 1975 – O jornalista Ciro Pinheiro realiza, no jornal Alto Madeira, o primeiro concurso “Poder Jovem”, escolhendo entre estudantes de Porto Velho, o governador e o prefeito mirim. Os primeiros, respectivamente, foram os futuros jornalistas ADaídes (Dada) dos Santos e Paulo Ayres de Almeida (Da Caixa Francesa à Internet – Lúcio Albuquerque)

12 – 1978 – Coronel Humberto Guedes, primeiro governador a visitar Rolim de Moura (João Batista Lopes, Rolim de Moura, seus pioneiros e desbravadores)

12 – 1979 – Enilde Aparecida é eleita 1ª Rainha de Rolim de Moura (João Batista Lopes, Rolim de Moura, seus pioneiros e desbravadores

13 – 1969 – O Decreto Federal 961 autoriza o retorno das eleições, suspensas desde a década de 1920, para vereador nos municípios dos Territórios, mas os prefeitos continuam nomeados (Marcos Teixeira e Dante Fonseca, História Regional – Rondônia)

14 – 1956 – Jayme Araújo dos Santos toma posse como governador do Território (Professora Tereza Chamma, Calendário de Guajará-Mirim)

14 – 1963 – Paulo Eugênio Pinto Guedes toma posse como governador do Território (Professora Tereza Chamma, Calendário de Guajará-Mirim)

15 – 1915 – O major José Jorge Braga Vieira é escolhido presidente do primeiro diretório político de Porto Velho, do Partido Republicano Conservador (Antonio Cantanhede, Achegas para a História de Porto Velho)

15 – 1972 – Advogados reunidos em Porto Velho decidem pela criação da seccional da OAB ((Ata da primeira eleição da seccional da OAB)

16 – 1990 – O senador Olavo Pires é assassinado em Porto Velho (Pioneiros – Ocupação Humana e Trajetória Política de Rondônia, Francisco Matias)

Inté outro dia, se Deus quiser!

José Lúcio Cavalcante de Albuquerque. Ex-editor dos jornais Tribuna, Alto Madeira, e com passagens em outras publicações como o Estadão do Norte, Lúcio Albuquerque, egresso da imprensa amazonense, tem projeção nacional, desde a década de 80, quando foi correspondente do Estadão de São Paulo.

Frase do dia

"Tudo o que a oposição não quer é que nós comparemos o governo do presidente Lula com o governo anterior, porque o governo anterior perde de 400 a zero."

Dilma Rousseff, a candidata de uma nota só (pelo menos por ora)